quarta-feira, 10 de março de 2010

Pré Jogo: Independiente X Corinthians

Ficha Técnica:
Data: 10 de março de 2010
Horário: 21h50 (Horário de Brasília)
Local: Estádio El Campín
Cidade: Bogotá - COL

Arbitragem
Árbitro: Sérgio Pezzotta (ARG)
Auxiliar 1: Ariel Bustos (ARG)
Auxiliar 2: Alejo Castany (ARG)
Prováveis Escalações:
Atletas Suspensos:
Nenhum

Classificação do Grupo 1:







Raio-X da Partida:

O Corinthians:
Líder do grupo 1 e finalmente com o time considerado por muitos o ideal, o Corinthians vai à Bogotá enfrentar a altitude e a pressão de vencer fora de casa e se aproximar da classificação para a fase de mata mata.


O Adversário:
O Independiente, apesar da tradição tendo sido 4 vezes campeão nacional, vem de tropeços na competição.
Também devem sofrer com a altitude de Bogotá já que Medelin tem altitude similar à de São Paulo.

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terça-feira, 9 de março de 2010

Per Aspera Ad Astra: A história do mais querido do mundo (Capítulo XVII)

“Per Aspera Ad Astra”
Por Filipe Martins
A década de 20 foi a conseqüência óbvia da luta dos Corinthianos para vencer um dragão por dia, a cada dia, na primeira década de vida do Corinthians.
Se o caminho trilhado foi o da superação completa e irrestrita, a década de 20 foi a consagração do Corinthians Paulista. O Corinthians se consolidou, nesta década considerada dourada; “Colheita gloriosa da semeadura feita, com amor (…) nos dez anos anteriores”¹…

Corinthians conquista o país, se nacionaliza. Na década de 20, o Coringão é falado no Brasil todo. Mas sem luta, nada seria.
Como no ano de 1915, em uma crise que parecia não ter fim e mesmo assim o Corinthians permaneceu invicto, em campo e nos corações.
E foi alijado da disputa oficial. Em 1916 deveria ter se sagrado tri-campeão invicto (nas três oportunidades, invicto!), não fosse a mesquinhez de uma rasteira de quem se considerava “dono da bola”.
Foi na década seguinte, portanto, que os frutos desse esforço conjunto ganhou corpo, saiu da idéia e aconteceu na realidade. O Corinthians mostrava a força de seu arrojo, tendo como cenário a Ponte Grande.

O Campeão do Centenário (e campeão entre os campeões no Brasil do ano de 22), o Corinthians veria a espinha dorsal Neco-Amílcar comandar a primeira década e o Bi-Campeonato de 22-23, apesar de ter de dividir os jogadores com a Seleção.
O segundo tri-campeonato (considerando desfeita a injustiça iníqua do ano de 1915) do Corinthians acontece naturalmente, sob a batuta de Guido Giacomelli e seus craques, mas em 1923, único ano que a Ponte Grande viu a Festa de comemoração de um campeonato, essa espinha dorsal é desfeita.

Grané chega ao Corinthians, compensando a ausência de Amílcar, e com Del Debbio fazem a melhor dupla de zaga que já se tinha tido notícia. De 25 a 27 o Corinthians passou resolvendo pendências, ajustando o time novamente.
Época de Gambarotta, apelidado Gamba, o artilheiro do Centenário. Que durante os anos de 26 a 28 jogou com seu irmão, o Gambinha. Os dois irmãos eram centroavantes, mas havia um terceiro, que figurava entre os reservas e era médio². Rato, Rodrigues, Tatu, Colombo, Tuffy. Guido, o presidente que era técnico.
E Neco, claro. Que em 1927 arrumou encrenca em um jogo contra a lusa e foi achincalhado pelos jornais. Não havia sido primeira, nem a última encrenca que Neco arrumara, mas o Corinthians “precisava” ter sua imagem pejorativamente tratada. Desde sempre.

A “liga amadora” necessitava de factóides para manter a versão do futebol “ilibado” que os clubes filiados a tal liga mantinham.
Com Neco fizeram o que fizeram também ao Pequeno Polegar, durante a década de 50; não o convocavam para a Seleção, pois representava o Corinthianismo demais.
Além disso, a Fazendinha é comprada, reformada, inaugurada, e logo no ano de inauguração do campo é coroada com mais um campeonato, em 28. O “Clube dos Carroceiros” se consagrava, com sua Sede e seu Timão.

Em 1929 Neco recebe a homenagem que pode ser contemplada nos jardins do Parque São Jorge.
Seu busto representa muito mais que o reconhecimento de tudo o que Manuel Nunes fez pelo Corinthians e pelo Futebol. É uma posição “política” dos associados do Corinthians Paulista, respondendo ao que se fazia da imagem deste Guerreiro, na época.
Da espinha dorsal, conta-se que Amilcar era o grande craque. Mas foi Neco quem teve a bravura de driblar quatro uruguaios e amaciar a bola para Friedenreich apenas rolar pra rede; o Brasil era pela primeira vez, campeão Sul-Americano.
Amílcar era o técnico, mas quem ficou reconhecido por aliar habilidade com espírito incomum de luta foi Neco. E quem jamais abandonou o Corinthians, foi Neco.

Em 1930 já encerrava a carreira, e ainda comemorou o terceiro Tri (1915!).
Em vinte anos de Vida e História, o Corinthians foi campeão nove vezes, todas as vezes com Neco. Sendo que os três primeiros anos de vida foram vividos na Várzea.
Corinthians, todos sabem,começou pequeno... Um Gigante que nasceu amparado por sua Torcida. E Neco começou na Torcida, foi ao Campo, depois permaneceu na Torcida. Jamais abandonou o barco. O Corinthians era mais que completamente, a vida, a história e o amor de Neco.
Que na década de 20 viu seu próprio apogeu e encerramento. Mesmo na decadência Neco foi vitorioso. Depois foi técnico, quando o Futebol já era profissional.
Aquela turma de começo do século, que sempre procurou afastar o Povo do Futebol, agora trocava de fachada.

A A.A. das Palmeiras se diluiu em futebol pífio, e as senhorinhas do Paulistano não queriam ver seu patrimônio arriscado no profissionalismo, e, como conseqüência disso, perder o chá-da-cinco cotidiano.
A aventura da “liga amadora” foi custosa…
Nos manuais irá  se encontrar o departamento de Futebol do Paulistano foi “encerrado”, mas não foi tanto assim, as pendências tinham que ser liquidadas; a questão é como. Mas isso é outra história.
E no ano de 1930, quando Schürig se elegeu Presidente, o Corinthians foi campeão e o Futebol Paulista se reunificava novamente. O profissionalismo de fato era o caminho buscado, realizado de fato apenas em 1933.

É em 30 que o primeiro Hino Corinthiano é composto.
Mas em 31 vários jogadores vão para a Itália. Tuffy, o primeiro goleiro a ser grande ídolo, vem a falecer. Aquele Timão se esfacela, e a Fiel amargará a primeira de suas muitas “filas”. Para os Corinthianos, “filas” são aqueles períodos para jejuar, pois para o Povo nada é fácil, e toda luta por mais inglória que possa parecer, pelo Corinthians é sempre gloriosa. São períodos em que transformamos o veneno das crises (reais ou plantadas) em antídoto contra essas próprias crises. E crise foi o que não faltou na década de 30.

E a História continua…

*******

¹ Segundo capítulo do livro “Corinthians, sua história, suas glórias”, página 26. Trata-se de uma coleção de fascículos lançados pelo Corinthians em meados de 1969, do 1º ao 8º, completando uma obra de cerca de 180 páginas.

²Assim eram chamados os jogadores que hoje chamamos volantes.

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Extracampo: Acelera, Timão!

Salve, Nação!

Depois de participar da Fórmula Superleague no ano passado, noso departamento de marketing parece ter gostado das pistas e resolveu investir em várias categorias no ano do centenário.


A primeira categoria a ser anunciada foi a Stock Car, onde o carro alvinegro será conduzido por Ricardo Zonta.
Em seguida confirmou-se também a participação na Fórmula Truck em parceria com a RVR MotorSport com caminhão pilotado por Roberval Andrade, campeão da categoria em 2002 e vice em 2005 e 2007.
Por fim, na categoria GT3, Linneu Linard, Campeão na Stock em 2006, pilotará a Ferrari F430 que carregará as cores sagradas do Todo Poderoso.
Com tais ações o dapartamento de marketing pretende expandir a exploração da marca Corinthians em vários esportes, aumentando os ganhos e arrebatando torcedores.
Acelera, Corinthians!

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segunda-feira, 8 de março de 2010

Corinthians X São Caetano: De olho na América


Salve, Nação!

Mais uma partida no Paulista com a cabeça na Libertadores.
O Coringão entrou desfalcado, com menos motivação do que se esperava e visivelmente evitando os desgaste para o jogo de quarta feira na altitude de Bogotá.
Ainda assim 1 a 0 ficou barato diante da proposta de jogo do São Caetano que se armou pra ganhar um ponto.
O Corinthians dominou a partida, criou chances, pecou na finalização. No segundo tempo com a entrada de mais titulares, nosso ataque ganhou em qualidade e velocidade e o gol, mesmo que um pouco tarde, veio naturalmente na cabeçada de Dentinho, que deve voltar ao time titular imediatamente.
O saldo foi bom. Três pontos que nos garantiram a volta ao G-4.
Agora é pensar no jogo de quarta feira, rumo à conquista da América.
Vai, Corinthians!

As Notas:


Felipe: Uma linda na defesa no chute desviado por Paulo André. No mais, só faltou um drink pra se sentir nas cativas.

Alessandro: Melhor partida das suas últimas três, mas ainda pode e deve melhorar.

Paulo André: Apesar da falta de ofensividade do adversário, foi bem sempre que exigido.

L. Castán: Idem. Ibidem.


R. Carlos: O gol de falta tá ficando maduro. Tira um pouco de força nos cruzamentos, Robertão!

Ralf: Mais solto pelo esquema do São Caetano, apareceu no ataque como elemento surpresa. Boa partida.


Jucilei: Mantendo a regularidade até nos passes errados.

Morais: Passa a bola, bezouro...

Danilo: Dá qualidade ao meio campo e faz R. Carlos aparecer mais no jogo. Ainda meio fora de forma, mas vai brilhar muito.

Iarley: Até quando?

Souza: Te cuida, Ronaldo!

J. Henrique: Cruzamento perfeito pro gol de Dentinho. Joga demais esse baixinho.

Dentinho: Titular na quarta feira. Sem mais.

Elias: Deu novo ânimo ao time e poderia ter feito dois de novo.

Mano: Substituições óbvias pela situação da partida, mas eficientes.

Os Melhores Momentos:

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Corinthians X Botafogo-SP: Jogando pontos fora


Salve, Nação!

A proposta aqui é apoiar incondicionlemente, mesmo com um caminhão de empates, mesmo com derrotas. Só que uma coisa não é tolerada: Falta de vontade.
E é essa impressão que o time deixou hoje no Paca. No ano passado, os dois títulos do primeiro semestre foram o cala boca perfeito e fizeram a torcida assistir calada a patifaria que foi nosso Campeonato Brasileiro.
Mas esse ano não! É o ano do nosso Centenário. E mesmo que ganhemos a Libertadores, mediocridade não será aceita nas outras competições.
Aqui é CORINTHIANS, porra!
É bom que os nossos guerreiros comecem a tirar os saltinhos e vestir as botas de combate, porque "se o Corinthians não ganhar olê olê olá..." O resto vocês já sabem.


As Notas:

Felipe: Tomou um gol que poderia ser evitado e uma bola na trave. Abre o olho!

Alessandro: Deu o passe pro gol, mas poderia ter se esforçado mais no restante da partida.

Chicão: Tentou ajudar o ataque, falhou algumas vezes na zaga, mas nada que comprometesse.

L. Castán: Partida regular. Acho que poderia ter evitado o chute no gol adversário.

Dodô: Gosto do apoio dele ao ataque. Ainda vai crecer bastante no time.

Jucilei: Dessa vez de primeiro volante. Pela enésima vez uma boa partida.

Elias: O que demonstrou menos vontade. Que foi, garotão?

J. Henrique: O que mais me deixa com medo. Se o motor do time entra nessa onde de corpo mole estaremos perdidos.

Tcheco: Fez boa partida no que diz respeito à variações de jogadas. Permite que os companheiros de defesa subam e que os de ataque se infiltrem. Pena que Elias não veio pro jogo dessa vez.

Dentinho: Em busca da titularidade foi o melhor em campo, não só pelo gol. Volta o garoto pros titulares, Mano!

Ronaldo: Tomara que encontre logo o caminho do gol.

Edu: Na lateral esquerda? Valha-me, meu São Jorge!


Ralf: Não entendi quando não entrou jogando. Não entendi por que entrou no lugar do Tcheco e não do Elias.

Souza: Pouco tempo pra avaliar.


Os Gols:

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Per Aspera Ad Astra: A história do mais querido do mundo (Capítulo XVI)

O Time do Povo
Por Filipe Martins Gonçalves

Antes de mais nada, pois faz-se necessário, começou 2010.
Ano mais que especialíssimo.
O Clube que não sobreviveria ao próximo inverno, em 1910, fará um século de História.
Sem exagerar uma vírgula, a História mais bela e que nenhum outro clube no mundo tem igual. E para o Corinthiano, só isso já é motivo para Festa.

Dito isso, retomemos a Saga Corinthiana. Por aqui parávamos na quase inaugurada Fazendinha. O Parque São Jorge, comprado dos sócios Assad e Nagib, ainda será pago em 12 parcelas anuais, conforme o contrato.
Do próprio bolso, dos bolsos dos seus sócios, portanto, o Clube do Povo adquire sua Sede definitiva.

O Corinthians já havia jogado ali no Parque São Jorge, contra o Sírio, em 1925. Mas para inaugurar o campo ainda levou um tempo.
Os Corinthianos fizeram mutirão para reformar as dependências do Estádio que viria a se chamar Alfredo Schürig, o que não foi por acaso.

O Corinthians apareceu definitivamente pela porta de seu escritório.
Ele era dono da fábrica de parafusos Santa Rosa, era também amigo de Alcântara Machado (ver capítulos anteriores), e era inevitável que alguém lhe sugerisse entrar no rateio, que muitos de seus funcionários organizavam, assim como eram organizados em todas as fábricas da cidade.
Foi dessa forma que o Corinthians surgiu e cresceu; por rateios.
Enfim, Schürig já ouvia falar bastante do Corinthians, mas ainda apenas lhe agradava a idéia do esforço daqueles operários.
Não havia ajudado financeiramente. Ainda não era sócio.
E o Corinthians ainda construía sua Sede na Ponte Grande quando o destino colocava o Corinthians definitivamente no coração de Schürig, e ele oferecia pela primeira vez todos os parafusos que a obra necessitou, quando seu funcionário veio lhe bater na porta do escritório.

Assim o fez novamente, na Fazendinha, depois de se tornar sócio.
As arquibancadas da Fazendinha eram de madeira, e o parafuso foi doado por Schürig. E boa parte da dinheirama que o Corinthians tinha a obrigação de pagar pela primeira gleba da Fazendinha (posteriormente o Corinthians adquire o outro lado da Rua São Jorge) foi arcada por ele.
Era um entusiasta do Corinthianismo, antes de se dedicar de coração e alma ao Corinthians. Gostava de Futebol desde antes do Corinthians nascer, foi ver o Corinthian inglês no Velódromo, mas não se entusiasmava com time nenhum, até que o Corinthians lhe surgiu.

Ernesto Cassano, presidente que contraiu a dívida da Fazendinha, um passo ousado e necessário para o Clube se firmar, deixava a presidência para Felipe Collona assumir. Schürig foi eleito vice. Era o ano de 1926, e se não honrasse os compromissos, o Corinthians veria todo o esforço ir por água abaixo.
No final daquele ano, Wladimir de Toledo Piza, que era sócio, médico e filho do delegado que vivia tendo problemas com o Botafogo da Rua Paula Souza há exatos cem anos atrás, foi quem precisou levar a aflição Corinthiana ao peito de Schürig.
A situação não estava fácil. E com o presidente presente, andando pela Fazendinha, lamentou para Schürig; “O Clube não tem o dinheiro todo para a prestação, Alfredo”.

Schürig tirou do bolso 30 mil contos, a metade que faltava para a segunda parcela.
E quebrou o gelo da conversa dizendo; “Nós vamos precisar de muito parafuso aqui!”.
E pela enésima vez a Santa Rosa de Schürig ajudou o Corinthians. Ajudou ainda nos pagamentos das parcelas que viriam, também.

Enquanto tudo isso afligia a Diretoria, os Corinthianos seguiam construindo a Sede, e desbravando o Parque São Jorge e o rio.
Del Debbio, craque dentro das quatro linhas, principiava a formar a primeira geração da Natação Corinthiana, como técnico. A primeira quadra de basquete do Parque São Jorge estava nos planos, e foi inaugurada em 28, de saibro, considerada uma das melhores da cidade. A peteca começaria só em 29.
O primeiro esporte ao qual os Corinthianos se dedicaram quando chegaram ao Parque, porém, foi o remo. O Corinthians comprou do Espéria dez barcos em excelente estado. E se lançou às águas do rio com a luta de Corinthianos que compreendiam o potencial esportivo do Corinthians. Isso em 1926.

As coisas estavam mais ou menos neste pé, a correria para construir a Fazendinha, e uma nova cisão no Futebol acontecia. O Paulistano se queixava da falta de amadorismo, mas se recusava a aceitar o profissionalismo. Em campo, passou a tomar vareio dos Clubes populares. O Corinthians, Tri-Campeão de 1922, 1923 e 1924, é o vice em 1925, quando Feitiço desponta no Futebol na Associação Atlética São Bento, da capital, e é campeão deste ano. Em 1926 o Paulistano abandona a APEA, que ele mesmo havia fundado, em 1913, para tentar colocar para escanteio o Corinthians, e os Clubes populares. E cria a Liga dos Amadores de Futebol. Ali, finalmente, pôde ser campeão. A APEA quem ganhou foi o Palestra.
O Corinthians arrumava o time, ainda, em 1927. Houve um triangular decisivo contra o Santos e o Palestra, que ganhou novamente. O Paulistano também ganhou. Mas o Corinthians ainda retomava fôlego, rearrumava o Time. Algumas peças haviam saído, e naquela época não era tão simples repor.
Tempos áureos estavam por vir, e os esforços dos Corinthianos resultariam em bons frutos.

O Estádio Alfredo Schürig foi inaugurado em 22 de julho de 1928, em um jogo comemorativo contra o América carioca. Alexandre De Maria, o ponta-esquerda recordista de gols do Corinthians, que tinha 1,90 metro, foi quem inaugurou a rede da Fazendinha. Aos 29 segundos do primeiro tempo! A partida terminou empatada em 2 a 2.
De quebra, neste ano de 1928, o Coringão é o campeão.

E a História continua…

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quinta-feira, 4 de março de 2010

Pré Jogo: Corinthians X Botafogo-SP

Campeonato Paulista 2010
12ª Rodada
- Ficha Técnica:
Data: 04/03/2010 (Quinta - Feira)
Horário:17:00 (Horário de Brasília)
Local: Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu)
Cidade: São Paulo/SP

- Arbitragem:
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira
Auxiliar 1: Alessandro Pitol Arantes
Auxiliar 2: João Edilson de Andrade

- Equipes prováveis:

CORINTHIANS
Felipe;
Alessandro, Paulo André (Leandro Castán), Chicão, Dodô;
Ralf, Elias, Tcheco, Jorge Henrique;
Dentinho, Ronaldo.


Téc.: Mano Menezes



BOTAFOGO-SP
Wéverton;
Jonas, Cleiton, Leandro Amaro, Andrezinho;
Rodrigo Pontes, Augusto Recife, Xuxa, João Henrique;
William, Malaquias


Téc.: José Galli Neto



- Atletas suspensos::
Moacir, Roberto Carlos

- Campanha do Timão:
Colocação: 5º
Jogos: 11
Vitórias:5
Empates: 4
Derrotas: 2
Aproveitamento: 57%

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Santos X Corinthians: 90 minutos de fama


Salve, Nação!

Antes de comentar o assalto sofrido pelo Timão na Vila, vamos à ficha técnica:

- Ficha Técnica:
Data:28/02/2010 (Domingo)
Horário:17:00 (Horário de Brasília)
Local: Vila Belmiro
Cidade: Santos/SP

- Arbitragem:
Árbitro: José Henrique de Carvalho
Auxiliar 1: Celso Barbosa de Oliveira
Auxiliar 2: Giovani Cesar Canzian

- Escalações:


SANTOS
Felipe;
R. Brum, E. Dracena, Durval, Pará;
Arouca, Weslwy, Marquinhos, Ganso;
Neymar, André.


Téc.: Dorival Jr.



CORINTHIANS
Felipe;
Alessandro, Chicão, Willian, Roberto Carlos;
Ralf, Elias, Tcheco, J. Henrique;
Dentinho, Ronaldo.


Téc.: Mano Menezes




O jogo:
O Coringão resolveu não poupar ninguém e veio com o time completo pra cima das sardinhas que só não contavam com Robinho, servindo a seleção. O que nós não contávamos e com a pataquada que a arbitragem realizaria em campo.
O Santos realmente esteve melhor na partida, perdendo um pênalti muito bem defendido por Felipe logo no começo e chegando ao gol minutos depois com Neymar. Ronaldo e Dentinho ainda tentaram igualar em jogada maestral, mas a bicicleta parou no goleiro adversário
No segundo tempo, as Sardinhas ampliaram com André, o Timão descontou com Dentinho em bela jogada de Ronaldo. Mas logo em seguida, Moacir tomou seu segundo amrelo bobo na partida e deixou o Timão com um a menos.
Mesmo em desvantagem numérica o Coringão buscou o resultado. R. Carlos invadiu a área, foi empurrado, caiu e... Pênalti? Que nada! Segundo cartão amarelo pra ele e o Timão com dois a menos.
No final Tcheco ainda apareceu sozinho e cabeceou no travessão desperdiçando a chance de um empate heróico.
E assim ficou o "clássico" onde nem todos os santos conseguiram para um Santos ajudado por um árbitro mal intencionado.
O próximo jogo do Santos em rede aberta e com boa audiência fica para as finais, se eles chegarem, porque como disse Ronaldo: "O que vale é a final e nós estaremos lá".


As Notas:

Felipe: Bela defesa no pênalti, sem culpa nos gols.

Alessandro: Sua pior apresentação no ano, mas eu confio no guerreiro.

Chicão: Boa atitude dentro e fora do cmapo não deixando o mulequinho folgar.

Willian:Nada de excepcional. Fez o papel de capitão reclamando bastante.

Roberto Carlos: Foi injustiçado DE NOVO na expulsão.

Ralf: Dessa vez não foi efetivo dando o primeiro combate. Deixou a molecada tocar demais a bola.

Elias: O que mais buscou jogo pelo nosso lado.

Tcheco: Como perder um gol daquele?

Jorge Henrique: A mesma vontade de sempre, errando passes como nunca.

Ronaldo: Criou a jogada do nosso gol. Já basta.

Dentinho: Pouco objetivo. Que bicicleta foi aquela?

Jucilei: Levou o Timão pra cima das sardinhas, mas ficou sem ter com quem jogar.

Moacir: Dois cartões bobos. Matou a reação.

Iarley: Jogou muito pouco. Impossível avaliar.

Juíz: Ganhou um beijo do Pelé nas tribunas?

Os melhores momentos:

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terça-feira, 2 de março de 2010

Per Aspera Ad Astra: A história do mais querido do mundo (Capítulo XV)

"Per Aspera Ad Astra"

Por Filipe Martins Gonçalves

Enseada Corinthiana, meados da década de 1930
"O rio Tietê formava uma belíssima enseada bem à entrada da Casa Corinthiana, dando-lhe um aspecto maravilhoso"¹, dizia Antonio de Almeida, o Seu Toninho, relembrando os saudosos tempos do Clube que, embora apenas incipiente, já havia surgido Gigante, para o Povo.
Note que a entrada da Casa Corinthiana era o próprio rio, que ainda serpenteava esse planalto, formando ilhas e enseadas.
Quando o Corinthians adquiriu a gleba do Parque São Jorge, aquela região toda era formada por chácaras, uma região bucólica e rural neste município que ainda não era esta cidade-monstro de hoje.

O rio borbulhava de saúde, assim como os peixes que ainda o habitavam. De forma que uma das primeiras coisas que os Corinthianos trataram de fazer foi uma bela pescaria. E remaram.
Ao aspecto maravilhoso da Fazendinha se somava o que não existe, talvez, em nenhum outro Clube no mundo: a Biquinha.

A Fazendinha - e assim os Corinthianos da época trataram de apelidar sua Sede Grandiosa, sendo copiados até por quem proferia o termo pejorativamente - já àquela época era uma chácara completa.
Quando o Corinthians adquire o Parque São Jorge, já adquire um patrimônio bem constituído.

Os senhores Abdalla e Salem começaram as benfeitorias naquele terreno antes mesmo de 1920.
É fato que, por muitas vezes, alugaram o campo ao E.C.Sírio para que pudesse treinar, muito provavelmente por conta das origens e até mesmo afeição que pudessem nutrir pelo Sírio, mas o Parque São Jorge nunca pertenceu a este clube.
O fato que importa, mesmo, é que o Clube dos Mil Povos acabava de se tornar o Clube de mais um.

A área original do Parque é toda a área onde hoje estão a Torre, as quadrinhas, o Ginasinho, o estacionamento, o Estádio Alfredo Schürig e aquela área mais antiga, da Biquinha e do Tamboréu, onde eram feitos os pic-nics.
Ou seja, compreendia toda a área à esquerda da rua São Jorge. Rua que terminava no próprio rio, provavelmente onde hoje se ergue a Capela de São Jorge.

Ali já existia o campo com dois lances de arquibancadas centrais e vestiários, a caixa d´água (que é a própria Torre; não poderia haver uma chácara sem caixa d´água, não é mesmo?), um salão de baile (onde hoje está o Ginasinho), um bar, uma bica de água mineral limpa e o rio, que se debruçava na enseada. Como dizíamos, o Corinthians adquiria um patrimônio já constituído.

Se considerarmos que há pouco mais de dez anos o Clube quase fechara as portas em uma gravíssima crise financeira, quando os adversários também fizeram muito para que isso se desse, é gigantesco o passo de se adquirir um patrimônio como a Fazendinha.

Ernesto Cassano e sua diretoria se imbuíram de Corinthianismo quando assinaram o compromisso de pagar 70 contos de réis por ano durante 12 anos, e só podiam demonstrar como garantia aos nobres sócios proprietários aquilo que sempre foi muito mais que seu patrimônio original.
Quer dizer, o Corinthians só poderia garantir o pagamento se essa garantia fosse a sua Torcida.
Não é em vão que se diz que o Corinthians é uma Torcida que tem um Timão.
Se em 1937 o Corinthians não estivesse quites com essa confissão de dívida, todo o trabalho dos Corinthians teria sido em vão.

E os Corinthianos jamais abandonaram o barco, como contamos até aqui.
Mas até agosto de 1926, nem mesmo o mais otimista do Corinthiano à época poderia imaginar que fosse possível que o Clube dos operários conseguisse tão grande e bela Sede.

Mas o Clube nascido sob o brilho fulgurante do Cometa, em uma noite fria de maio de 1910, que teve por sede apenas o céu estrelado na esquina onde havia um lampião a iluminar toda a rua, e que foi chamado de Corinthians pelo seu Povo, democraticamente, em uma Assembléia; o Clube que nasceu amparado pelo seu Povo, que nunca o desamparou, que sempre o carregou no coração e nos braços, com toda garra e raça que forjou o Corinthianismo; que era paupérrimo e já nascera Gigante; o Clube que desafiou a lógica de uma sociedade, que desconsiderava o fato de que ser humilde não o fazia menor que nada, enfim; o Clube do Povo adquiriu a sua Sede Gigantesca.
E tratou de tornar ainda mais Gigantesca, ao longo do tempo.

No caminho para a Penha, subindo o rio, os Corinthianos se lançaram à água. "Ali, os Corinthianos praticavam natação, e os que não sabiam nadar se divertiam nos dois cochos. Tudo era encantador naquele lugar pitoresco. Grandes eucaliptos circundavam toda a praça de esportes, margeando o Tietê. Essa paisagem foi-se alterando com as posteriores retificações do Tietê que, se de um lado aumentaram a área do Corinthians e lhe deram vias de acesso mais rápidas, também apagaram o cenário de fundo onde os heróicos Corinthianos fincaram as bases da Cidade Corinthians"¹.

Os ecos dessas bases, construídas com o suor desses Corinthianos pioneiros, permanecem. Se o cenário não é o mesmo por conta de um crime ambiental em nome do progresso, ali em sua Casa o Corinthiano pôde construir sonho; a Fazendinha se tornou uma Cidade e se espalhou, atravessou a rua e se estendeu para além da margem direita da Rua São Jorge, e hoje chega até onde o Aricanduva desagua no Tietê.
O Corinthians nunca parou de construir seu patrimônio.

Mas aqui ainda estamos com os pioneiros, chegando ao Parque pelo rio.
Um pier se debruçava por alguns metros na água, da ribanceira do rio, e por ele chegaríamos em frente da Biquinha. É fácil entender, assim, o porque de se colocar a estátua do Santo Padroeiro logo acima da Biquinha.
O caminho da margem até o barranco onde brota a Biquinha era um plano, o lugar mais bucólico e antigo do Parque, um belo jardim arborizado, em cujas sombras se fez muita Festa, pic-nics e saraus.
Um altar foi feito para essa estátua, em cujos pés teria a Biquinha, e foram construídas duas escadas de acesso para os fiéis devotos transporem o barranco.
Mais ao lado, à direita, construíram também uma casa para o caseiro.
Tudo isso sobrevive ali, com exceção, obviamente, do pier, dos cochos e da margem com os eucaliptos. Naquela área livre, antes das cercas brancas do campo de Futebol, ergue-se as arquibancadas, e os quiosques, naturalmente, precisaram ser reformados.
Mas se o cenário do rio mudou muito com as marginais, ali mudou menos que em qualquer outro lugar.
Hoje ainda é possível ter essa visão de São Jorge, mas só quem sabe olha. E tem que passar devagar.

Ou então poderíamos chegar de bonde pelo tortuoso caminho do Tatuapé, que hoje se chama Celso Garcia. Embora mais retilíneo, este caminho não consegue esconder sua característica de caminho de fazenda.
Desceríamos perto da esquina com a rua São Jorge, e avistaríamos ao longe, à direita, a velha torre da igreja da Penha. Algumas casas se erguiam, e ainda haviam muitos terrenos entre elas. Era possível, do ponto alto da rua, ver algumas das curvas do rio.
Viraríamos à esquerda no caminho que levava ao Parque do Piqueri e entraríamos no Clube por onde hoje é a entrada do estacionamento.
Teríamos a visão do campo, ladeado pelo barranco que abriga o Santo Padroeiro, à nossa esquerda.
Veríamos dois pequenos lances de arquibancadas de madeira, o salão à frente, a caixa d´água e, em frente à ela, o bar. E muitas árvores, antes dos eucaliptos citados pelo Toninho.

Se o esforço para a construção da Ponte Grande serviu para ensinar os Corinthianos que tudo é possível, o que foi feito em dois anos - do dia 18 de agosto de 1926, quando foi assinado o compromisso, até o dia 22 de julho de 1928, quando foi oficialmente inaugurado o estádio que leva até hoje o nome de um dos grandes Anjos da Guarda do Sport Club Corinthians Paulista - é realmente levar esse ensinamento às últimas consequências.
A compra da Fazendinha foi uma "decisão corajosa e fruto da confiança profunda no apoio popular"², como sentencia Diaféria, pois de nada adiantaria apenas os Anjos da Guarda. Ou ainda, não adiantaria termos Anjo da Guarda se não houvessem os braços do Povo para sustentar a empreitada.

E o Corinthians se preparava para estreiar o Estádio Alfredo Schürig com um novo Tri-Campeonato.
Agora e para sempre³, com a Graça do Santo Guerreiro!

A História continua...

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NOTAS

¹ Frase de Antonio de Almeida, resgatada por Lourenço Diaféria em sua obra Coração Corinthiano, capítulo XXXIX, "Bravos heróis da Ponte Grande e da Fazendinha", à página 207.

² Na mesma página acima referida.

³ O nome do Parque São Jorge foi herança deixada pelos dois antigos proprietários da Fazendinha.
O que se pode imaginar é que tinham São Jorge em altíssima conta, pelo menos, e por isso homenagearam o local com tal Benção.

Fato é que São Jorge é o Santo Padroeiro de
Beirute, onde está o lendário Golfo de São Jorge. A importância desta localidade para a História da Síria e do Líbano é imensa. E Beirute, desde a antigüidade, é uma cidade cosmopolita.
Foi esta aspiração que os antigos proprietários deixaram de herança e contribuição na História deste Clube que é mais que Nação.
A
Lendária Enseada Corinthiana passou a ser o Golfo de São Jorge, naquele rio Tietê original.
E foi ali que o Gigante fez sua Casa.

Importante frisar que
Santa Rita de Cássia esteve presente à reunião que definiu o nome do Clube, e fez do Clube uma realidade. A Santa das causas impossíveis foi quem primeiro olhou pelo Clube do Povo, e continua olhando. Depois que nada mais se mostrou impossível, o Padroeiro foi escalado na batalha.

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Corinthians X Racing: Loco por ti, América


Salve, Nação!

Foi do jeito que o Corinthiano gosta! Sofrido. Com garra. De virada.
A festa da Fiel foi linda. Tantos fogos, tanta fumaça que eu quase não o vejo o gol do Racing logo no primeiro minuto de jogo.

A torcida não se abalou. Os gritos não pararam, os fogos não pararam.

O time não se abalou. Demonstrou calma, tocou a bola e chegou ao empate sem muita demora em linda jogada de Ronaldo, Tcheco e Elias que marcou o nosso primeiro na Liberta.

O professor não se abalou. Sabia que o time estava preparado, aguardou, assistiu o empate e no intervalo, contestado até por mim, colocou Souza no lugar de Defederico que não conseguiu render o esperado. E foi o próprio Souza que deu a presença de área que o time precisava, fez o pivô que se espera dele e deixou Elias, de novo ele na cara do gol pra virar o jogo a nosso favor.

Apesar do placar apertado, apesar do susto de levar um gol logo no começo, o time se demonstrou pronto. Entrosado, com toque de bola envolvente e calmo. A Ansiedade que tomou conta da torcida durante todos esses dias parecer ter sido contida por Mano e não chegou aos jogadores.

E agora faltam 13 jogos pro sonho de conquistar a América.
VAI, CORINTHIANS!


Notas Individuais:

Felipe: Sem culpa no gol. Não foi exigido no resto da partida.

Alessandro: Sempre guerreiro. Só o gesto de bater no escudo olhando pro goleiro valeu o ingresso.

Chicão: Partida firme do nosso xerife. Mas as benditas bolas aéreas...

Willian: Poderia ter cabeceado a bola que resultou no gol do Racing. No restante da partida foi bem com posicionamento perfeito.

R. Carlos: Não sei se ele cruza muito forte ou se os atacantes que não se antecipam. E o lance do cartão amarelo poderia ser evitado. Se não fosse em casa seria vermelho.

Ralf: Você pode dizer que ele não aparece, mas primeiro volante é isso, joga pro time. Desarma e toca.

Elias: O cara! Se derem liberdade vira artilheiro.

Tcheco: Não é a toa que é homem de confiança do Mano. Evoluindo a cada jogo. Ontem foi o cérebro do time como se espera dele.

Jorge Henrique: Apareceu menos que de costume, mas seu fôlego e sua raça são uma constante no Corinthians.

Defederico: É rápido. Mas ontem não encaixou. Nada dava certo pro hermano.

Ronaldo: Jogou fora da área no primeiro tempo buscando jogo criando jogadas. Depois da entrada de Souza e da expulsão de um adversário sobro no jogo com caneta, pedalada e tudo mais.

Souza: O segundo nome do Corinthians na partida. Sua entrada mudou a cara da equipe e desestabilizou o adversário em campo.

Jucilei: Sempre entra bem. Empurrou o time pro ataque e deu uma caneta linda no defensor.

Dentinho:Entrou pra pedalar, irritar o adversário e tocar de lado. Cumpriu à risca.

Veja os Gols:

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